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Fórmula 1 tem início dia 5 de julho, com o GP da Áustria

Quatro meses após os testes da pré-temporada, o Mundial de Fórmula 1 terá início no próximo final de semana, dia 5 de julho. O campeonato será aberto pelo GP da Áustria, marcado inicialmente para ser apenas a 11.ª prova do ano.

A pandemia do novo coronavírus tornou a temporada de 2020 uma das mais tumultuadas da história de 70 anos da Fórmula 1. A indefinição teve início com o cancelamento de última hora do GP da Austrália, que deveria abrir o campeonato no dia 15 de março.

As 22 etapas, que seriam um recorde na Fórmula 1, se tornaram apenas oito até agora. Ficaram pelo caminho até provas tradicionais, como as de Mônaco e do Japão. O GP da Holanda precisou adiar a sua reestreia na categoria.

Preocupada com as indefinições causadas pela pandemia, a direção da Fórmula 1 fez algo incomum ao promover rodadas duplas no mesmo circuito, tanto na Áustria (também no próximo dia 12) quanto na Inglaterra (dias 2 e 9 de agosto).

As outras corridas confirmadas serão na Hungria (19/07), Espanha (16/08), Bélgica (30/08) e Itália (06/09). “A logística não é simples, mas as rodadas duplas, como nos dois primeiros fins de semana, na Áustria, facilitam essa questão”, avaliou Luciano Burti, comentarista da Rede Globo.

Depois da prova italiana, o calendário é uma incógnita. Adiados, os GPs do Bahrein, Vietnã, Canadá e China ainda têm chance de serem disputados neste ano. Já as corridas na Rússia, Estados Unidos, México, Abu Dabi (Emirados Árabes Unidos) e até no Brasil seguem em aberto.

O clima de indefinição atingiu, também, o mercado de pilotos. O alemão Sebastian Vettel foi o protagonista ao anunciar que deixará a Ferrari no final do ano. Ele não definiu o seu futuro, o que dá combustível para novas especulações. A mais forte delas é uma futura parceria com Lewis Hamilton na Mercedes.

A saída de Vettel causou um efeito dominó. Para o seu lugar, o time italiano contratou Carlos Sainz Jr.. A vaga do espanhol na McLaren será preenchida pelo australiano Daniel Ricciardo. E, para o lugar vago na Renault, Fernando Alonso passou a ser cogitado, em um eventual retorno à Fórmula 1.

O crescimento de número de infectados e de mortos por Covid-19 no Brasil pode pesar na decisão da Fórmula 1 de manter o GP nacional no calendário deste ano. A situação da corrida no autódromo de Interlagos, em São Paulo, segue em aberto. Por precaução, os promotores da prova sequer começaram a venda de ingressos, que geralmente tem início em março.

Fonte
Folhapress
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Redação Litorânea FM

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