Educação

Diretor e monitor de Colégio Militar são acusados de crimes contra um aluno, no Paraná

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No Colégio Militar de Imbituva, o diretor e um monitor foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR). O motivo desta ação deve-se ao fato de que um policial militar da reserva, atualmente trabalhando como monitor na instituição de ensino, teria abusado psicologicamente de um aluno. O monitor teria retirado o estudante da sala de aula por ele ter desenhado uma folha de maconha e escrito “vida loca” na cadeira.

Quando estavam sozinhos, o funcionário do colégio disse que “já tinha matado vários e que ele não iria fazer diferença”, como consta na denúncia do MP. Um soco teria sido desferido na nuca do adolescente neste momento. O policial também teria feito o aluno limpar a carteira na frente de professores e alunos.

Após o fato, o diretor teria tentado amenizar as respostas contra o seu funcionário. Eles procuraram profissionais da assistência social para, supostamente, impedir que eles relatassem o ocorrido ao MP-PR. Por essa omissão, o diretor do colégio também foi acusado na denúncia pelos crimes de ameaça, corrupção passiva e prevaricação. O monitor se defenderá dos crimes de ameaça, vias de fato, violência arbitrária, submissão de adolescente a constrangimento e corrupção passiva.

A Polícia Militar (PM) afirmou em nota que “não compactua com desvios de conduta de seus integrantes e toda denúncia recebida é apurada”.

Redação Litorânea FM

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